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Infraestrutura crítica e segurança operacional: desafios da engenharia em ativos estratégicos

Elmar Juan Passos Varjão Bomfim destaca que a infraestrutura crítica, formada por ativos estratégicos como rodovias, pontes, portos, sistemas de energia, saneamento e instalações industriais, exige um nível elevado de segurança operacional. Qualquer falha nesses sistemas pode gerar impactos em cadeia, afetando serviços essenciais, a economia e a segurança da população. Por isso, a engenharia desempenha papel central na proteção, manutenção e operação desses ativos.

Ativos estratégicos e sua relevância para o país

Infraestruturas críticas sustentam o funcionamento das cidades e da economia. Segundo Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, esses ativos precisam operar de forma contínua e confiável, muitas vezes sob condições severas de uso e exposição ambiental. Pontes suportam tráfego intenso, sistemas energéticos precisam funcionar ininterruptamente e redes de saneamento garantem saúde pública.

A importância desses ativos exige projetos robustos, execução rigorosa e monitoramento permanente, pois falhas podem gerar prejuízos econômicos elevados e riscos à segurança coletiva.

Segurança operacional como prioridade técnica

A segurança operacional vai além do atendimento às normas mínimas. De acordo com Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, ela envolve a capacidade de prever falhas, gerenciar riscos e responder rapidamente a situações críticas. Isso inclui inspeções periódicas, planos de manutenção preventiva e protocolos claros de atuação em caso de emergência.

A engenharia atua na identificação de pontos vulneráveis, no reforço estrutural quando necessário e na definição de procedimentos que assegurem a integridade dos sistemas ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Como a engenharia enfrenta riscos, complexidade e responsabilidade na proteção de ativos estratégicos e infraestruturas críticas, sob a perspectiva de Elmar Juan Passos Varjão Bomfim.
Como a engenharia enfrenta riscos, complexidade e responsabilidade na proteção de ativos estratégicos e infraestruturas críticas, sob a perspectiva de Elmar Juan Passos Varjão Bomfim.

Tecnologia e monitoramento contínuo

O avanço tecnológico ampliou a capacidade de proteger infraestruturas críticas. Sensores, sistemas de monitoramento remoto, análise de dados e modelagem digital permitem acompanhar o desempenho dos ativos em tempo real. Elmar Juan Passos Varjão Bomfim ressalta que essas ferramentas ajudam a detectar anomalias precocemente, evitando falhas catastróficas e reduzindo custos de intervenção emergencial.

O uso de tecnologia também melhora a tomada de decisão, pois fornece informações precisas sobre desgaste, sobrecargas e condições operacionais, permitindo ações preventivas mais eficientes.

Desafios de manutenção e gestão de longo prazo

Um dos grandes desafios da infraestrutura crítica é a manutenção. Conforme observa Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, muitos ativos estratégicos operam por décadas e exigem gestão contínua para manter níveis adequados de segurança. Falhas de manutenção comprometem a durabilidade e aumentam riscos operacionais.

Além disso, a gestão desses ativos precisa integrar engenharia, planejamento financeiro e governança, garantindo recursos e processos adequados ao longo do tempo.

Engenharia como guardiã da segurança coletiva

A segurança de ativos estratégicos é uma responsabilidade técnica e social. Quando a engenharia atua de forma preventiva, integrada e orientada por dados, ela protege vidas, assegura serviços essenciais e preserva investimentos públicos e privados. Para Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, enfrentar os desafios da infraestrutura crítica é uma das missões mais relevantes da engenharia contemporânea, pois dela depende a estabilidade e o desenvolvimento do país.

Autor: Aleeskeva Pavlova

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